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Mercado Imobiliário em 2026 - Expectativa de queda nos juros e estoque baixo.

Mercado Imobiliário em 2026 - Expectativa de queda nos juros e estoque baixo.
Publicado em 09/Fev/2026

Mercado Imobiliário em 2026: Juros com expectativa de queda, Estoque Baixo em Curitiba.

O mercado imobiliário brasileiro inicia 2026 sob um cenário mais construtivo do que nos últimos anos. A expectativa de iniciar uma queda gradual da taxa básica de juros, combinada com maior disponibilidade de crédito, volta a movimentar decisões de compra, investimento e locação.

Em Curitiba, esse movimento tende a ser ainda mais perceptível. A cidade entra no ano com estoque reduzido, lançamentos concentrados em bairros estratégicos e demanda reprimida, especialmente no médio e alto padrão exatamente onde decisões mal planejadas custam caro.

Neste artigo, a Exon Imóveis analisa o que muda em 2026, quais bairros concentram as melhores oportunidades e como compradores, investidores e proprietários podem se posicionar com mais segurança.

O que muda com a queda dos juros em 2026

A sinalização de um ciclo de redução da taxa Selic ao longo de 2026 tende a impactar diretamente o mercado imobiliário. Juros menores significam:

  • Parcelas mais acessíveis nos financiamentos;

  • Ampliação do público elegível ao crédito;

  • Maior previsibilidade para investidores de longo prazo.

Além disso, bancos voltam a disputar bons clientes, ajustando taxas e prazos, principalmente para imóveis residenciais consolidados. Famílias com renda mensal entre R$ 8 mil e R$ 12 mil, que haviam adiado decisões, retornam ao mercado buscando apartamentos maiores, com 3 quartos ou home office, em regiões já valorizadas.

Do ponto de vista macro, projeções de mercado indicam potencial de crescimento nas vendas residenciais ao longo do ano, desde que o cenário de juros se confirme e a inflação siga controlada. O ponto-chave: quem compra antes da normalização total do crédito tende a negociar melhor.

Por que Curitiba reage mais rápido que o Brasil

Curitiba historicamente responde de forma antecipada aos ciclos imobiliários. Em 2025, a cidade já apresentou sinais claros de aquecimento:

  • Redução significativa do estoque disponível;

  • Ritmo consistente de lançamentos aprovados;

  • Valorização contínua em bairros planejados.

Com menos terrenos disponíveis e processos urbanos mais restritivos, a oferta não cresce na mesma velocidade da demanda. Isso cria um efeito direto: preços sobem antes que o crédito fique totalmente barato.

Para o comprador, isso exige atenção ao timing. Para o investidor, reforça a importância de entrar em regiões consolidadas, onde a liquidez se mantém mesmo em ciclos de ajuste.

Mossunguê, Ecoville e Centro Cívico: onde a valorização se concentra

O movimento de lançamentos e valorização em Curitiba não é homogêneo. Alguns bairros concentram a maior parte da demanda qualificada.

Mossunguê

O Mossunguê segue como um dos principais polos de novos condomínios residenciais. Projetos mais recentes priorizam:

  • Plantas acima de 100 m²;

  • Áreas comuns voltadas a famílias;

  • Integração com áreas verdes e mobilidade.

O perfil do comprador é claro: famílias em fase de consolidação patrimonial e investidores que buscam imóveis com liquidez alta e baixa vacância.

Ecoville

O Ecoville mantém sua posição como bairro de alto padrão, com forte apelo para quem valoriza espaço, vista e infraestrutura completa. Mesmo com preços mais elevados por metro quadrado, a demanda segue consistente, especialmente para unidades bem localizadas.

Centro Cívico

Já o Centro Cívico atrai um perfil híbrido: moradores que buscam centralidade e investidores focados em locação de médio prazo, com boa taxa de ocupação.

Esses bairros compartilham um fator decisivo: demanda real, não especulativa.

Comprar para morar em 2026: atenção ao estoque

Para quem busca imóvel para moradia, 2026 exige decisões mais rápidas e bem assessoras. Com estoque reduzido, as melhores unidades  andar, posição solar, planta  são absorvidas primeiro.

Adiar a compra esperando quedas expressivas de preço pode significar:

  • Menor poder de escolha;

  • Necessidade de aceitar imóveis fora do perfil ideal;

  • Pagamento mais alto no médio prazo.

Nesse cenário, planejamento financeiro e leitura de mercado local fazem mais diferença do que tentar “acertar o fundo”.

Investir ou alugar: renda, proteção e previsibilidade

O mercado de locação em Curitiba também entra em 2026 fortalecido. Nos últimos ciclos, os aluguéis residenciais acompanharam e em alguns casos superaram  a inflação, especialmente em bairros com boa infraestrutura.

Imóveis bem localizados têm apresentado:

  • Retornos médios mensais próximos de 0,6%;

  • Maior procura por contratos mais longos;

  • Menor rotatividade de inquilinos.

Para investidores com portfólio maior, o foco deve ir além da rentabilidade bruta. Gestão, conformidade fiscal e transparência se tornam diferenciais decisivos para proteger o patrimônio no longo prazo.

Como a Exon Imóveis orienta decisões em 2026

Na Exon Imóveis, não trabalhamos com promessas nem atalhos. Nosso papel é interpretar o mercado de Curitiba, cruzar dados com a realidade de cada cliente e orientar decisões que façam sentido hoje e continuem fazendo amanhã.

Em 2026, isso significa:

  • Avaliar o timing correto de compra ou venda;

  • Identificar bairros com demanda consistente, não modismo;

  • Proteger o patrimônio contra decisões emocionais ou mal informadas.

O mercado está aquecido, mas não perdoa escolhas erradas.

Conclusão

O mercado imobiliário de Curitiba entra em 2026 com fundamentos sólidos: juros em queda, crédito mais acessível e oferta limitada em regiões estratégicas. Para quem planeja com critério, o cenário oferece oportunidades reais, seja para morar, investir ou gerar renda com locação.

A diferença estará na qualidade da decisão, não na pressa.

Fonte: Ricardo Macciel

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