EXON Imóveis
EXON Imóveis
2025 foi um ano de economia em “modo ajustes”: inflação mais controlada, mas juros ainda altos, crédito seletivo e muita decisão importante empurrada para 2026.
Para quem investe, compra, vende ou vive de aluguel, 2026 não é “mais um ano”. É um ano de marcos estruturais para o Brasil e para o mercado imobiliário.
A Exon Imóveis já está acompanhando esse cenário para transformar informação em estratégia para você.
Em 4 de outubro de 2026 o Brasil vai às urnas para escolher presidente e redefinir o rumo da política econômica.
Confiança, investimentos e crédito tendem a oscilar ao longo do ano, conforme pesquisas, debates e expectativas sobre continuidade ou mudança de agenda econômica.
Quem pensa em comprar ou vender imóvel precisa entender que imóvel é ativo de longo prazo: a decisão não deve ser só “esperar a eleição”, mas alinhar momento, preço e condições de financiamento ao seu plano de vida.
Na prática: anos eleitorais costumam trazer mais cautela no começo e mais movimento quando o cenário fica mais claro.
O Brasil entra em 2026 com a Selic em patamar ainda elevado, o que encarece o crédito imobiliário e segura lançamentos e compras impulsivas.
Projeções de mercado indicam possibilidade de queda gradual dos juros ao longo de 2026, com estimativas em torno de 12%–12,5% ao fim do ano, ainda altas, mas melhores do que o pico atual.
Bancos tendem a ajustar spreads e condições conforme o custo de captação cai, abrindo janelas de financiamento mais acessíveis, principalmente em grandes centros urbanos.
Na prática: quem organizar documentação, score e planejamento financeiro desde já estará pronto para aproveitar eventuais janelas de taxa melhor e negociar com mais força.
Mesmo sendo sediada na América do Norte, a Copa do Mundo de 2026 deve mexer com o bolso dos brasileiros: pesquisas indicam que cerca de 70% pretendem aumentar gastos com consumo, entretenimento e serviços durante o torneio.
Isso tende a beneficiar setores de turismo, entretenimento, hospedagem e locações de curta temporada em regiões turísticas e grandes cidades.
Para o mercado imobiliário, o impacto é pontual e mais forte em nichos: imóveis destinados a temporada, aluguel por plataformas e regiões com vocação turística e de serviços.
Na prática: não é a Copa que muda o preço do seu apartamento residencial em Curitiba, mas pode abrir oportunidades específicas para quem atua com locação por temporada ou imóveis comerciais em áreas de alto fluxo.
A inteligência artificial deixa de ser “novidade” e passa a ser parte da engrenagem do mercado imobiliário em 2026.
Ferramentas de dados permitem avaliações de preço mais consistentes, cruzando histórico de venda, perfil de bairro e tendências de demanda.
Atendimento e jornada digital evoluem: chatbots, funis inteligentes e automações ajudam a responder mais rápido e acompanhar melhor cada cliente, sem abrir mão do contato humano consultivo.
Na prática: imobiliárias e corretores que não souberem usar tecnologia para ganho de eficiência, análise e relacionamento perderão espaço para quem conseguir unir dados + atendimento humano de qualidade.
A partir de 2026 começa a fase de transição da reforma tributária, com a entrada gradual de IBS e CBS, que vão reorganizar a tributação sobre bens e serviços no Brasil.
No mercado imobiliário, os impactos principais incluem:
Locação, administração, intermediação, incorporações e outros serviços imobiliários passam a entrar na base do novo IVA (IBS + CBS), com tendência de aumento de carga no regime regular, apesar de redutores previstos para locações.
Locadores “profissionais” (mais de 3 imóveis alugados e renda anual superior a R$ 240 mil com aluguéis, ou rendas mensais muito altas) entram com mais força no radar tributário, com incidência de IBS/CBS sobre suas receitas.
A legislação prevê reduções de base (como 70% para locação e redutor por unidade residencial), mas isso não elimina a necessidade de estruturação contábil e planejamento.
Na prática: a forma como você organiza sua renda de aluguel (PF, PJ, holding, nível de profissionalização) passa a ser tão importante quanto o imóvel em si.
A Exon já está se antecipando a esse cenário, acompanhando regulamentações e ajustando modelos de contrato, orientação a locadores e processos internos para reduzir risco fiscal e burocrático para clientes e parceiros.
Diante desse conjunto de fatores, 2026 tende a ser um ano de:
Primeiro semestre mais cauteloso, com juros ainda altos, cenário eleitoral em construção e ajustes à reforma tributária.
Possível retomada gradual no segundo semestre, se a trajetória de queda da Selic se confirmar e o ambiente político/econômico der sinais de estabilidade.
Ganho de relevância da tecnologia, tanto na gestão de carteira e atendimento quanto na inteligência de preço e prospecção.
Planejamento tributário e documental como diferencial competitivo, especialmente para quem tem carteira de locação, atua como investidor ou administra múltiplos imóveis.
Em resumo: 2026 recompensa quem está organizado, informado e assessorado e penaliza improviso e informalidade.
Na Exon Imóveis, o compromisso é:
acompanhar de perto juros, crédito, reforma tributária e tendências de mercado;
traduzir esse cenário em decisões práticas para você: quando comprar, como negociar, como se organizar para viver de aluguel ou investir com segurança;
unir tecnologia, dados e atendimento consultivo para que cada movimento seu tenha fundamento, não seja apenas “intuição”. .
2026 vem aí com eleição, reforma tributária, juros em transição e um mercado mais exigente
A Exon está pronta para caminhar ao seu lado, transformando contexto em estratégia e incerteza em oportunidade.









